Sim, porque:
- Uma mulher sem meios económicos não pode por isso ser «condenada» a fazer um aborto em condições que ponham em causa a sua saúde.
- Ao assumir esta questão, o Estado permite ás mulheres que pensam abortar serem aconselhadas por pessoal especializado na questão, e a decidir em maior consciência, cientes que poderão ter apoios se decidirem não abortar.
- Não querer penalizar as mulheres e deixar o código penal a prever a sua punição é uma hipócrisia.
- Encontro-me neste momento grávida de cerca de 10 semanas, tendo sido uma gravidez planeada, e, por isso mesmo, não concebo que se não desejasse ter este filho, a sociedade me «obrigasse» a tê-lo.